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Vídeo

O bom design

29 Jan

Na minha vida profissional, sempre me deparei com essa questão: O que é um bom design?

Vendo esse vídeo sobre o novo Design do Google tirei a que, para mim, é a melhor definição de bom design

Todos os créditos vão para o diretor de UX Android: Matias Duarte

Design is not just about make things more useful
Is not just about make things more beautiful
its about really figuring out what is the right thing to make
and how to make it right

Tradução livre:

Design não é apenas sobre utilidade 
Não é apenas sobre fazer as coisas mais belas 
Mas sim sobre descobrir qual a coisa certa a ser feita 
e como fazer isso da maneira certa 

O vídeo na íntegra

How Google fixed its design process and started making beautiful apps

Projetando Experiências: Arquitetura de Informação e UX Design na VII Semana de Biblioteconomia

26 Set

Oi gente,

Participei hoje do Biblio.Lab da Semana de Biblioteconomia da ECA/USP e falei um pouco sobre a área que trabalho, desejando muito que mais bibliotecários atuem como Arquitetos de Informação (vem gente!).

Gostei bastante, apesar de ter que correr com a apresentação para dar tempo.

Como tem algumas pessoas me pedindo, já subi a apresentação no SlideShare e estou compartilhando aqui.

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http://www.slideshare.net/PaulaMacedo/projetando-experiencias

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Depois eu comento mais sobre a apresentação e sobre o Biblio Lab. Mas desde já digo: vale muito a pena participar, tanto apresentando como assistindo, gostei muito da apresentação dos colegas.

Acho que o vídeo foi gravado, e se der coragem depois eu publico aqui também.

Beijos

e Obrigada à todos pela força – Brubs, Laura, Mamis 😉 – e galera da Wunderman que me liberou para estar presente… *_*

—- 1o update—– 28/09
Passei na biblioteca da eca e os dois livros que citei existem no catálogo – “Ansiedade de Informação” do Wurman e “Information Architecture for the World Wide Web” do Morville e Rosenfeld, mas não estavam na estante. Encontrei lá tbm o “Don’t make me think” que tem em português “Não me faca pensar” do Grueguer e “Design for the user experience” do Garret, que são boas referencias para quem está começando.

Vale lembrar que eles são pouco antiguinhos já – sigam os blogs da área como o http://arquiteturadeinformacao.com/ e http://uxmag.com/ além dos grupos e twitters que citei para ficarem por dentro da área e tbm das vagas 😉

Encontrei o Felipe Salles hoje na semana de biblio e ele falou que muita gente pediu a apresentação – eu agradeço e agradeço tbm à ele e à equipe que organizou o evento pela oportunidade !

20120928-213129.jpg

—- 2o update—– 25/10

Complemento também o post com a citação de um post do Blog de AI : “O que é essa tal de Arquitetura de Informação” que é bem completo. 😉

As fotos da semana estão no ar. Vou subir uma aqui para ilustrar esse dia tão importante pra mim

 

—- 3o update—– 07/02/2013

Gente, olha que legal: o blog de AI fez mais um post de “Como começar na área de UX Design” e tem muita informação legal por lá.

Tem até uma série de perguntas e respostas no Branch de profissionais da área, que reúnem informações preciosas , boa sorte 😉

Um bibliotecário chamado Lewis Carroll

12 Mar
 
Pois é pessoal, nem mesmo o artigo de Lewis Carroll no Wikipedia PT sabia, mas o autor de Alice no País das Maravilhas foi também BIBLIOTECÁRIO.
Esse post é uma homenagem pelo 12 de Março, dia dos Bibliotecários. Sabemos que não é nada fácil ser bibliotecário nesse mundo de hoje, e nem devia ser na época de Lewis, afinal quase ninguém poucos sabiam disso.

O  autor de Alice no País das Maravilhas, Charles Lutwidge Dodgson,  cresceu em Cheshire e Yorkshire, na Inglaterra. Após graduar-se em matemática em Oxford, tornou-se o bibliotecário auxiliar da Christ Church. Deixou este cargo em 1857 para tornar-se um conferencista de matemática.

“Alice: Quanto tempo dura o eterno?
Coelho: As vezes apenas um segundo.
(Alice no País das Maravilhas)

Mas a vocação do moço estava no mundo das artes, ele contou a história de Alice pela primeira vez para as três filhas do Deão da Christ Church em 1862.

“Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
Isso depende muito de para onde queres ir – respondeu o gato.
Preocupa-me pouco aonde ir – disse Alice.
Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas – replicou o gato.”

Lewis Carroll

E hoje muitos bibliotecários disseminam o clássico, sem saber que foi o grande autor já foi também um dos nossos 😉
Clássico que é Clássico tem várias leituras e versões… é a boa história que é contada de várias maneiras, prato cheio para os bibliotecários cuja parte da missão é propagar o legado cultural da humanidade à TODOS!
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Fonte / Links

Usabilidade, Experiência do Usuário e meu problema com Estojos de Maquiagem da Avon

18 Jan

Hoje estou aqui para falar como Arquiteta de Informação e como Consumidora de maquiagem.

Acontece que uma das nossas disciplinas é a de UX (User Experience) ou Experiência do Usuário:

“Experiência do Usuário engloba todos os aspectos de um produto ou serviço. Começa no momento em que o consumidor ficou sabendo que aquele produto ou serviço existe, passa pela busca de informação, compra, recebimento, utilização inicial e rotineira, suporte, e chega até o fim da vida útil daquele produto ou serviço. Uma boa experiência do usuário é tão importante para o sucesso de sites, intranets e outros sistemas interativos quanto ter funcionalidades úteis, um bom design e visual atraente.”

(definição da Mercede Sanchez que mantém também o blog “Tá difícil“)

Usamos os termos UX (Usabilidade) para sites, serviços web, funcionalidades mobile, mas na verdade é um conceito que serve para qualquer produto e mesmo serviço oferecido para as pessoas.

Hoje venho expor meu problema com os potinhos de maquiagem da linha Avon, que eu uso a pelo menos 7 anos.

Navegando hoje no site descobri que é complicado também descobrir o nome de uma coleção de maquiagem, ainda que seja boa a apresentação dos produtos (não tentei comprar nada).

Não vou discutir a qualidade, são bons e possuem um preço acessível, tanto que essa é uma marca bastante popular.

O fato é que, ao comprar uma base, dois conjuntos de sombras, um blush e pó de uma mesma coleção (…)

De repente você estará com 5 potes pretos identicos por fora:

Como saber qual deles está nas mãos???

1 – abrindo um por um para ver o que tem lá dentro

2 –  lendo as letrinhas brancas pequenas que ficam do lado de trás (eu enxergo bem e tenho dificuldade para ler, pois elas se desgastam rápido e vão ficando apagadas).

É possível criar soluções caseiras também, tipo colocar adesivos coloridos ou pintar o estojo para diferenciar uma sombra da outra (como algumas manicures fazem ao pintar a tampa dos esmaltes com a cor dele), você pode manter cada pote sempre no mesmo lugar, pode simplesmente arrancar a tampa do seu potinho (…) enfim….eu não uso nenhuma dessas, apenas as duas opções lá de cima.

O problema que parece bobo, se agrava…como eu tenho uma irmã que usa a mesma linha, e tenho duas casas (SP e casa da mamis nos fds), estou sempre carregando os estojos pra lá e pra cá…perdi a conta de quantas vezes levei o estojinho dela e deixei o meu lá, vindo embora com duas sombras e nenhuma base.

Recentemente vi que ela estava com duas sombras iguais, deve ser porque ficou sem quando eu levei embora e ai comprou outra. Eu já a vi reclamando também desses lindos potinhos estojinhos,  e aí resolvi escrever esse post.

Como Avon é uma marca popular, imagine, quantas como eu viajam com seus potinhos pra lá e pra cá, quantas usam o tempo nos transportes públicos (ou mesmo dirigindo no trânsito) para se maquiar, na correria e aí precisam ficar se virando pra saber qual pote estojo é qual.

Acredito que as tiazinhas e queridonas que tem várias e várias maquiagens importadas não tenham esse problema, provavelmente elas nem tenham que se maquiar, ou então tem tempo de sobra pra essa atividade. Aqui tem um link de uma moça que explica como faz para se maquiar no trânsito, e a foto de uma outra.

Avon, e demais fornecedores, é um detalhe tão pequeno, certo? Mas vocês oferecem um sério problema de usabilidade à nós, suas consumidoras, e com certeza, a nossa experiência, suas usuárias, poderia ser outra caso pensassem um pouquinho em quem usa, como usa e se usa mais de um de seus produtos.

As soluções são simples, poderia ter uma tampa de estojo com detalhe transparente (pronto, consigo ver o que tem lá dentro), as embalagens poderiam ter alguma diferenciação em cores, o estojo inteiro, ou apenas uma fitinha lateral relacionando a cor ao produto (pronto, consigo saber o que tem lá dentro de novo :D) e aí ficaria todo mundo feliz.

Na arquitetura, poderíamos tratar este com um problema sério de rotulação ou mesmo de como o design pode afetar o modo como a informação é transmitida, mas fico por aqui, dando apenas um exemplo do que é usabilidade e experiência do usuário  e de como ela é percebida.

Registrei esse post como sugestões no formulário do site da Avon e tuitei usando o arroba da Avon  @AvonBR, que acredito ser o oficial. Caso tenha algum retorno, publicarei aqui.

Se alguém tiver mais sugestões, mais problemas ou mais soluções com maquiagens, fique à vontade para comentar 😉 .

 

—————————-01 Fev 2011——————————

A Mercedez entrou em contato comigo, e postou lá no “Tá Difícil” este post. 🙂 Fiquei Feliz…vamos ver se agora a Avon diz algo…

Como escolher?

17 Dez

Esse post vai ficar  em Bibliotequices, mas ele se encaixaria em outros lugares também, pois vou falar das escolhas, melhor ainda, de como é complicado escolher quando se têm muitas opções.

A ideia veio de uma da palestra “Arquitetura da Escolha“, apresentada no 4ºEbai (Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação) que aconteceu em São Paulo em novembro passado, apresentada pelo Feliphe Lavor, um garoto pra lá de esperto e que sempre contribuiu para firmar o conhecimento nessa nossa tão nova área. (Até peço desculpas, Feliphe…porque eu vou viajar)

Vale a pena conferir essa apresentação e outras dele, vou dizer só o que ficou de tudo isso em mim e nos meus pensamentos, tanto pra coisa boba do dia até no meu modus operandi arquitetônio (inclusivewirefrâmico, enfim…).

Lá ele fala que o temos dois tipos diferentes de processar a informação, um Sistema Reflexivo que é movido pelo nosso lado racional e ou otro Sistema Automático que é o que está ligado o tempo todo e age de forma automática, se aproxima do que chamamos de “Intuição. (não concordei muito com os nomes dos sistemas, mas o conceito é bem interessante.)

Na hora de tomar decisões entram no jogo ainda outros fatores, chamados “desvios cognitivos”.

Os desvios do Sistem Reflexivo se referem, no meu ver, à cálculos mesmo que fazemos – a disponibilidade da coisa, a frequência que ela aconteceu, padrões que conhecemos e coisas parecidas com a qual fazemos paralelos ou aquela sensação de que vamos acabar ficando no prejuízo.  No caso do Sistema Automático, são nossas experiências, o contexto social, informação da ação coletiva, a sensação de estarmos sendo pressionados ou observados que interferem nas nossas escolhas.

A Arquitetura da Escolha, ou como guiar esse processo seria representada por 8 tipos de ações

  • Estímulos – dicas que podem levar a uma determinada escolha.
  • Mapeamento das opções – Disponibilizar as opções de forma que seja possível compará-las.
  • Opção Padrão – Economiza tempo  considerando a inércia natural da maioria das pessoas
  • Feedback – informando se foi ou não uma boa escolha
  • Prever erros – o exemplo que ele usou foi a cartela de pílula anticoncepcional que ja vem com os dias da semana
  • Afunilamento de opções – Esse eu achei muito interessante, quando se tem muitas opções, as escolhas podem ser feitas por estágios, o que facilita muito a tomada de decisão.
  • Recomendações – Também é um tipo de dicas, mas mais direta, informando sobre essas opções.
  • Reversibilidade – Essa é possível tecnologicamente falando, mas além de possível, considero imprescindivel, tem coisa pior que não poder “desfazer”?

Depois o Feliphe continua falando do case que ele levou ao EBAI, que era sobre escolha de planos de saúde.

O post ficou um pouco longo, mas vou falar agora o que disso tudo ficou fervilhando na minha cabeça.

Realmente, na hora de pensar a arquitetura de um site, o mínimo que podemos fazer é que as pessoas tenham consciência das opções que têm sobre determinado produto. Não é nada legal induzir uma decisão, ainda que isso seja feito e muito, particularmente, na minha formação como bibliotecária, acho um crime.

Bibliotecários as vezes pecam pelo excesso…queremos que as pessoasa saibam TUDO que foi escrito sobre aquele assunto, depois de um tempo você aprende a ler seu usuário e seu acervo de uma maneira que ofereça as opções que chegam mais perto daquilo que ele deseja, mas faz parte informá-los de que existem ainda outras possibilidades.

Mas voltando para internet, onde as informações são em volume vertiginoso, é preciso um cuidado maior com o tempo do seu usuário. A arquitetura da escolha é uma ótima saída, segmentar as opções saindo da categoria maior e afunilando para as menores é uma boa para melhorar a experiência da pessoa que está ali para fazer um pagamento, comprar uma panela, ou cadastrar um currículo.

Claro que tomar decisões vai muito além de emprestar um livro numa biblioteca ou de fazer seleções para montar sua casa perfeita na internet.

Clichêzinho agora…todos os dias temos que tomar decisões e todas as nossas escolhas mudam o que somos e tudo aquilo vivemos agora e viveremos um dia, e na vida não tem o botão “Desfazer” ou “Voltar”. Para tanto, é bom termos consciência que temos dois sistemas diferente agindo dentro de nós, e que muitas vezes podemos estar fazendo uma escolha no botão automático, seguindo padrões e escolhas de outras pessoas que já foram feitas milhões de vezes e nem nos damos conta.

Para que nossa vida seja diferente e seja realmente nossa, as nossas escolhas precisam ser assim também. Fica a dica pra parar pra pensar mesmo se estamos realmente fazendo uma escolha ou apenas selecionando uma opção.

——————post do post ———————————————————————————–

Segue um bom link : UXMyth #29: People are rational : muita coisa tem na apresentação do Lavor, traduzida, mas no final tem mais algumas referencias e questões bem legais para se pensar!

Um bibliotecário chamado Calímaco

11 Nov

Biblioteca de Alexandria

Um amigo disse esses dias que conta para todo mundo que tem uma amiga bibliotecária.

Ele não é o primeiro a me falar isso…afinal somos um bicho bastante raro.

E se ninguém conhece bibliotecários vivos…quem conhece os nossos precurssores?

Calímaco foi um poeta e bibliotecário grego…e muito mais coisa…naquela época as pessoas eram várias coisas ao mesmo tempo…Ele viveu entre c. 305–c. 240 a.C.

Ele pode ter sido o primeiro cara que percebeu que essa coisa de produção bibliográfica humana ia crescer incontrolavelmente, foi o responsável pela primeira compilação catalográfica da Biblioteca de Alexandria, que foi um marco também para a literatura da época.

Nascido em Cirene (atual Shahhat, Líbia), Calímaco foi educado em Atenas.

Além de um trampo gigante como esse catálogo geral dos livros da biblioteca, o cara ainda escreveu 800 livros e muitos poemas…algumas frases:

“Aquele que sabe muito e que não é capaz de conter a língua é como uma criança armada com uma faca.”


“Um livro grosso equivale a uma grande desgraça.”


“Para os homens frívolos, Deus dá coisas frívolas.”


Calímaco

Fontes:

A biblioteca de Alexandria” – Raidesis Blog

Pensador

Wikipedia

O que é Arquitetura de Informação?

20 Out



Vira e mexe eu me deparo com a dificuldade que é explicar no que eu me formei…e mais ainda no que eu trabalho.

Não adianta… as pessoas nunca vão achar que quem fez biblioteconomia pode trabalhar com alguma coisa que não seja livro, enfim…eu não fazia ideia do que era esse curso antes de começar a fazê-lo, nem que essa profissão poderia ser tão interessante, não existe algo do tipo nos testes de vocação…ninguém quer ser bibliotecário quando crescer…mas eu adorei ter me tornado uma.

Eu ainda me considero uma bibliotecária, ainda que não tenha livros deliciosos perto de mim, o meu “cargo” é “arquiteta de informação” e isso é uma coisa igualmente difícil de explicar.

Vou logo avisando – este não é um post para os super antenados e bem formados arquitetos de informação, é apenas um post onde vou colocar as referências que me trouxeram a este universo e ajudam a formar o meu conceito sobre ele, é um texto para não-bibliotecários e não-arquitetos, ao menos intencionalmente…

Eu considero arquitetura de informação um mundinho dentro do mundão que é a biblioteconomia, ainda que a extrapole, não nego minha parcialidade na coisa…o primeiro contato que tive com a palavra ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO foi no livro “Ansiedade de Informação” de Richard Wurman, aqui tem um artigo bem interessante (não acadêmico) sobre ele.

De cara eu gostei porque era um livro bem doido: não é preciso ler na sequência, e o sumário é um resumão-introdução. Me lembrou um livro que li quando criança e amei…chamava “Anéis de Saturno”, e no fim de cada capítulo você tinha que tomar uma decisão pelo personagem, dependendo da decisão, ele te levava para um capítulo ou outro…acho que foi minha primeira experiência hipermidiática (tá eu não sei se existe essa palavra :P)…nunca mais achei esse livro…mas na minha memória ele ficou!

Enfim, o livro do Wurman colocava uma nova forma de ver a informação, e principalmente de como torná-la compreensível. Depois disso tive uma professora, a Marilda, que sempre trazia conceitos dessa área, com o fio de ariadne, topic maps…todos que preciso estudar mais…

Quanto mais trabalho com arquitetura, mais vejo muitos outros conceitos biblioteconômicos aplicáveis à arquitetura de informação, não é por acaso que os outros precurssores – e considerador fundadores da área – Peter Morville e Louis Rosenfeld,  sejam bibliotecários. São autores do Information Architecture for the World Wide Web – o livro do urso polar  que eu ainda não li inteiro – e fundadores do IA Institute. Aqui um artigo sobre os caras e o livro.

Tem muita coisa..mas pra mim, o básico, o início de tudo é isso.

Pra sair um pouco do papo pesado, tem um vídeo que explica o que somos, que gosto muito… IAs are like Robin Hood. Coloco ele aqui também:

“Arquitetura de informação, pra mim, é pura biblioteconomia…só o suporte que muda…o que fazemos é organizar conteúdo..em vez de suporte físico…suporte web, em vez de disposição para leitura física e linear, é leitura online…apenas…mas é a mesma coisa…

O que muda é que é muita informação, que tem que estar a vista de uma vez, fazer com que sejam necessários poucos cliques, fazer com q tenha coerencia, hierarquia..enfim…e mexemos com um programa que chama axure, para fazer wireframes, mas eles podem ser feitos até mesmo no papel, é como pegar muitos livros, classifica-los, trata-los e dispor visualmente..só q não são livros, são conteúdos de uma página na internet.”

(eu, um tempo atrás tentando explicar para uma amiga bibliotecária de biblioteca tradicional o que era arquitetura de informação)

PS´s

O que não falta é site e arquiteto de informação com bom blog e boas explicações do que é AI…segue uma lista de alguns que pessoalmente aprecio…

Wikipedia

Web Librarian

Usabilidoido

Bibliotecários sem fronteiras

Arquitetando

Arquitetura de Informação

Minhas listas:

Sigo alguns arquitetos no twitter…

Salvo MUITOS links no delicious…

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