Amor selvagem

2 Mar

Eu moro longe de casa, desde 2004.

Por mais que tenha uma vida e faça muitas coisas aqui em São Paulo, não adianta, minha casa está em Avaré, junto com a minha família…lá é lar.

Sinto saudades, sim…mas choro só por um deles…Zuca!

Dói demais a saudade que eu sinto dela, me dói muito saber que não estou aproveitando a vida dela ao lado dela…

Quando eu chego lá, e ela me recebe com aquela alegria sem tamanho, não tem como não se emocionar…juro..eu gosto demais dessa cachorra…

“Seria possível para um cachorro — qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o nosso — pudesse mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham
importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. E realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que
realmente importa ou não.” (Marley e Eu.)

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