Este foi um dos projetos desenvolvidos na empresa Saiba +.
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Este foi um dos projetos desenvolvidos na empresa Saiba +.
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quando eu era pequena [ de idade, não no tamanho] costumávamos viajar muito, meu pai trabalhava no banco e mudávamos muito de cidade. sempre íamos visitar minha avó, era uma viagem, e uma aventura que eu amava.
meus irmãos eram pequenos, e quem ia no banco da frente do carro com o meu pai era eu. aquilo fazia eu me sentir grande.
e era tanta coisa, tanta vida que passava e vivia naquele banco da frente tão amado…
desde incontáveis e intermináveis perguntas sobre tudo e com todos os porquês adjacentes. e ele respondia todas, inventava muitas delas, colocava mais cor na realidade… e ser feliz parecia natural e fácil demais.
meu pai era meu herói e o senhor de todo o conhecimento do mundo, eu achava que ele sabia do que eram todas as árvores do mundo e de que pássaro eram todo os cantos de passáros do mundo.
às vezes meu pai apagava todos os faróis só pra gente ver a infinidade de estrelas no céu, era a coisa mais linda do mundo… e a gente via até mesmo estrela cadente, e naquela época eu não tinha muito o que pedir – tinha que fazer um desejo mas a verdade é que eu tinha tudo, não tinha o que pedir [ que meu pai e minha mãe vivessem pra sempre, talvez].
grande parte do tempo de viagem era de silêncio também, e era o silêncio menos solitário de todos que já vivi na minha vida. estar ali, no banco da frente, vendo a estrada e ouvindo as músicas do meu pai eram os momentos mais felizes que já passei na vida
a gente ouvia muita música que eu não entendia a letra, mas gostava, na verdade o que eu gostava mesmo era de estar ali…
até hoje, pai, quando eu escuto essas músicas eu lembro do presente que o senhor me deu a cada minuto que passei naquele banco da frente.
um grande beijo pai! pq eu acho que herói é aquele que está de verdade ao nosso lado, são esses que valem a pena
Etiquetas:amor, carro, estrada, estrela cadente, herói, pai, sentimento
A Rede Record leva muito a sério esse negócio de jogos olímpicos, especialmente depois que conseguiu os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.
Acompanhei parte da cobertura, é importante, num país como o nosso, com pouco incentivo aos esportes e cultura, esse tipo de transmissão, ao menos por alguns dias, as pessoas se empolgam e novos sonhos relacionados ao esporte podem surgir…
O site do Pan de Guadalajara foi o meu último projeto no portal R7. Algumas coisas do que foi pro ar foram feitas pelo Arnaldo Hirai, o então Arquiteto Sr. do portal. Mas eu que comecei o projeto e vou compartilhar aqui as coisas que fiz / tentei fazer.
Haveria uma versão do site antes e durante os jogos, quando haveria transmissão ao vivo. Na versão pré jogos, procurei chamar atenção para as modalidades olímpicas, coisa que não é muito conhecida das pessoas e seria interessante… Outro ponto eram os blogs, assinados por personalidades da área, e que tinham a função de movimentar o conteúdo do site.
Vou colocar aqui o print dos projetos para vocês terem uma ideia.
A arte, até onde sei, é do querido Kleber Nakamura, já citado neste blog.
Agora, os wireframes:
Etiquetas:arquitetura de informação, Guadalajara, Pan American Games, PORTIFOLIO, Rede Record, Wireframe
A grande jogada para o site da Record News, seria exibir os vídeos da programação, uma vez que o Portal R7 já concentra todas as notícias.
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Esse post é para registrar várias coisas que tenho pensado nos últimos tempos, é um post doidinho, meio bagunçado, meio misturando coisas, é para mim, para que eu possa organizar meus sentimentos em palavras e guardar ele por aqui…
Algumas vezes, quando o cansaço físico se junta ao mental, costumo sentir meu espírito se encolher…como se ele não concordasse com o ritmo e rumo que dou pra minha própria vida…
Costumo pensar em meus solitários olhares pelas janelas – janela do ônibus em meus trajetos (casa.sp-trabalho-kungfu-casa.avare), janelas do meu apartamento – se o que tenho vivido da minha vida é realmente o que eu quero pro resto da dela…porque na verdade esse resto já começou faz um tempo, acontece agora, e existirá ainda por um tempo (talvez curto demais).
Aos meus 16 anos eu queria era fazer alguma coisa para mudar o rumo das coisas na Terra, sério, eu queria ao menos contribuir. Me cortava o coração estudar sobre como a Mata Atlântica havia sumido do mapa e qual era o destino inevitável de todas as matas do mundo. Naquela época eu queria fazer faculdade de Ecologia.
Fiz vários testes vocacionais (era moda aquela época, ou talvez seja sempre pra quem tem 16 anos). Lembro que eles costumavam dizer que eu tinha que ser jornalista, na verdade os resultados eram genéricos…para uma menina que gostava de ler e não gostava de números, não lhe cabia muitas opções. Em um desses testes, o exercício era pegar várias revistas e trazer as coisas que mais chamassem atenção, uma das coisas que levei foi uma foto linda de uma arara.
Até procurei a foto exata, mas não achei..era uma arara vermelha clicada no exato momento que estava sendo picada por um mosquito da malária. Acabei sendo convencida de que o que me interessava era o ato de registrar uma foto daquelas e não o desenvolvimento de uma doença numa ave silvestre. Os argumentos lógicos me convenceram, embora meu coração sempre ficasse apertado por me ver incapaz de fazer algo útil por aquelas aves…
Não me tornei ecologista, nem jornalista. Sou bibliotecária e hoje trabalho onde precisa-se de trabalho, teria sido assim, não importa qual faculdade eu tivesse feito. Eu gosto do que faço, não é essa a questão, só me sinto às vezes engolida pelo sistema. Completamente integrada ao emaranhado da realidade contemporânea…perfeitamente encaixada. Um encaixe tão perfeito que chega a incomodar.
Conversando com uma amiga esses dias ela achou o máximo quando eu disse “Se eu não trabalhasse, precisaria de menos dinheiro do que preciso”, uma conclusão óbvia, é preciso muito dinheiro para se manter trabalhando…. ter, vestir-se, comer, estudar, morar, locomover-se, necessidade que seriam diferentes, se não trabalhássemos.
Passei pra ela um vídeo que assisti esses dias “A história das coisas”. Achei ótimo. Exatamente a inquietação que sinto ao consumir, por exemplo, uma MANTEIGA DE CACAU… Quantas coisas, pessoas, processos e produtos para que eu possa usar uma manteiga de cacau, um batom diferente pra proteger do frio…já perdi conta de quantas manteigas de cacau já tive na vida…o que acontece com todas essas embalagens? Esse cacau que usei fez falta em algum lugar?
Esse post pode parecer sem nexo…são apenas meus sentimentos de desencaixe do mundo e da maneira como ele funciona. Faço parte do sistema, contribuo para que ele continue sendo como é. Mesmo assim, desejo fazer o mínimo para que as coisas sejam diferentes, ou ao menos deixar que meu espírito expresse sua insatisfação com o mundo, as coisas e as pessoas (inclusive eu mesma).
Um outro vídeo que me chamou a atenção foi este “Children see, children do“, genial. Qualquer ser humano, de qualquer parte do planeta pode ver e entender.
Será que vivemos de acordo com o que queremos? Será que nossas ações condizem com que acreditamos? Eu tenho minhas dúvidas à respeito, as vezes me sinto fora do lugar…
Não…eu não quero comprar outro óculos de sol, só porque o meu é do ano retrasado, não quero definitivamente passar por cima dos meus princípios e da minha saúde para ganhar mais dinheiro. Não quero conviver com gente de energia ruim…e sempre que tiver opções, tentarei viver de acordo com isso.
A imagem do começo do post é do clipe da música Do the evolution, do Pearl Jam
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Por último…um vídeo de uma professora justificando uma greve, lá no Rio Grande do Norte. O que tem isso tem a ver com você?
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Atualização[Fev.2012]:
Tive conhecimento de uma teoria altamente conspiratória, mas ao mesmo tempo bem lógica se pararmos para pensar, a “Obsolescência programada” ou a de que tudo que é produzido já é produzido com data para acabar.
Além de sermos influenciados pela moda e pela mídia para que continuemos sempre comprando, talvez seja até mesmo uma feature do produto ser algo com fim determinado.
Para mais detalhes http://blogs.estadao.com.br/link/programado-para-morrer-2/
Etiquetas:amanda gurgel, óbvio, coisas, escolhas, evolução, indústria, industria cultural, inquietação, manteiga de cacau, Pearl Jam, vazio
Rebelde foi um dos meus últimos projetos no R7.com
E incrivelmente um dos primeiros a ir pro ar… \o/
Quando comecei a desenhar o site tinha pouca informação…a Record ia fazer uma versão da novela Rebelde, e além disso investiriam na banda e em outros recursos.
O site que foi pro ar junto com a novela, ainda não é todo o site (
) que arquitetei e o pessoal da arte do R7 fez uma bela arte..gostei muito dos layouts.
Como não está completo no ar, ainda não vou colocar print dos meus wires aqui e nem contar como foi todo o processo…agora é esperar ir tudo pro ar e aí atualizo este post.
Estão/estavam no projeto também o André Pinheiro, o Kleber Nakamura, e a Camilla Pires…(me avisem se tiver mais gente)
———–Atualização do post em 13.09.2011————-
Além da novela, a expectativa era de que a banda vingasse, então fizemos um projeto baseado na novela, banda e mais fã clube. Segue print dos wires e do layout.
Etiquetas:arquitetura de informação, PORTIFOLIO, PROJETOS, Rebelde, Telenovela
Desde meu primeiro post sobre o mestre Bruce Lee, tenho estudado sobre ele.
Criei um tumblr, o Bruce Lee Facts, que cresceu muito… posto e reblogo mais em inglês por lá, são fotos, vídeos e pequenas doses da filosofia do Bruce…a internet reserva recordações preciosas sobre o mito. Criei um twitter também, que posta automaticamente as coisas do Tumblr, o @BruceleeBr .
Acho ele extremamente mais lindo (fisicamente mesmo) que antes, é engraçado, quando você começa a admirar uma coisa, ela se agiganta aos seus olhos…
O que me chama a atenção tanto na filosofia oriental como na do próprio Bruce, é a maneira simples e ao mesmo tempo muito sábia de ver a vida.
Como ele diz, quando você precisa fazer alguma coisa, não perca tempo pensando sobre isso, apenas faça! Tem a célebre resposta dele à algum jornalista sobre certa dificuldade que ele enfrentaria “Ao diabo as circunstâncias, eu crio as oportunidades!”.
Outra coisa era a determinação, não havia limites para Bruce Lee!
Semana passada foi divulgado um manuscrito do Bruce Lee, uma carta dele (talvez para ele mesmo num futuro). Quando escreveu ele tinha 28 anos, e estrelava a série de TV inspirada no The Green Hornet (BesouroVerde) com o personagem Kato – um remake de 2011 está em cartaz, eu fui ver…gostei dos efeitos especiais, mas em questão de arte marcial mesmo, fica devendo muito.
A carta do Bruce Lee é esta
Transcrição da carta em inglês:
My Definite Chief Aim
I, Bruce Lee, will be the first highest paid Oriental super star in the United States. In return I will give the most exciting performances and render the best of quality in the capacity of an actor. Starting 1970 I will achieve world fame and from then onward till the end of 1980 I will have in my possession $10,000,000. I will live the way I please and achieve inner harmony and happiness.”
Bruce Lee
1969
Tradução
Minha meta principal
Eu, Bruce Lee, serei o super star oriental mais bem pago do Estados Unidos. Em troca, eu farei as mais emocionantes perfomances, sendo um ator da mais alta qualidade. À partir do ano de 1970 vou alcançar fama mundial a partir de então em diante até o final de 1980 eu vou ter na minha posse US $ 10.000.000. Eu vou viver do jeito que eu quiser e conseguir a harmonia interior e alegria.”
Bruce Lee
1969
Outra coisa que me chamou a atenção foi o relato de um amigo dele sobre o que Bruce Lee pensava sobre os limites. O amigo conta que ele e Bruce costumavam correr 3 milhas todos os dias, um dia já estavam correndo por volta 5 milhas, e ele disse ‘Bruce, estou muito cansado, se eu correr mais posso ter um ataque cardíaco e morrer. E Bruce respondeu “Então morra.” Isso o deixou nervoso que acabou completando as 5 milhas. Depois, ao perguntar para Bruce porque ele tinha feito isso ele respondeu:
“Você poderia estar morto.
Sério, se você sempre coloca limites no que é capaz de fazer, física ou qualquer outra coisa, ela vai se espalhar para o resto de sua vida.
Ela vai se espalhar para o seu trabalho, em sua moral, em todo o seu ser.
Não há limites.
Existem apenas planaltos, e você não deve ficar lá, deve ir além dele.
Se ele mata você, mate-o antes.
Um homem deve sempre exceder seu nível.”
Por hoje é isso que compartilho com vocês.
Fica de novo o convite para o tumblr!
Etiquetas:artes marciais, bruce lee, Filosofia, frases, kato, kungfu, lanterna verde, limites, mestre, the green hornet
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